sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Sou cristão

Ando lendo muito a Bíblia. Parece que me aproximo mais de Deus enquanto estou viajando nas palavras. No entanto, uma coisa me chamou muito a atenção, aliás, me surpreendeu de certa forma.
Lendo o evangelho de Marcos, há uma passagem que fala sobre o divórcio. Dizendo que quando nós nos casamos diante de Deus, ou seja, na igreja. Não podemos nos separar, porque a união entre o homem e uma mulher é para sempre. Se tu te divorciares, e por acaso teres relações com outra mulher ou homem, salvo a mulher, estarás cometendo adultério diante do conjugê. Segundo Jesus, o homem não pode separar o que Deus uniu. O casal vira uma só carne. Pode até me chama de evangélico, mas eu vou continua lendo a bíblia.

Conjugações de ouvir e o eu-lírico

Cá estou ouvindo Radiohead (milagre!) e pensando em toda minha trajetória da vida. E assim é, quando estou ouvindo Radiohead, faz-me refletir nas coisas, principalmente quando ouço Fake Plastic Trees. Da primeira vez que ouvi, chorei, pois estava passando por um momento delicado, internamente. Entretanto, a música é a arte mais completa e subjetiva que existe. Fazendo com duas pessoas que estejam ouvindo uma música tenham reações diferentes. Pode-se salientar que a música é a reação do momento no mundo conturbado, é uma parte do sentimento, que mostra a tua verdade. A única vertente que demonstra o teu lado sem o determinismo do meio, sem influências, enfim, o teu eu verdadeiro. Cafona, Pop, Metaleiro, Punk, Rockeiro, Clássico ou Regional. Seja o que for, é a tu a imagem transparecendo, através de notas e composições. Assim, a arte pela alma.
A música é foda.